Comparando com a pesquisa de outubro de 2015, Bernal perdeu votos e teve aumento na rejeição. Para os entrevistados, seria fruto da falta de alianças políticas, equipe inexperiente na política e no trato dos desafios básicos da capital.
PESQUISA Contratada pela Rádio Mega 94,3 FM e executada pela Vale Consultoria e Assessoria entre os dias 4 e 10 de fevereiro, mostra o cenário para aseleições da capital em 7 regiões e nos distritos de Anhandui e Rochedinho. Foram entrevistados 850 pessoas. Registro no TSE-MS 05718/2016.
CENÁRIO-1 (Sem André) Nelsinho 18,88%, Bernal 17,64%, Marquinhos 15,88%, Rose Modesto 5,29%, Dagoberto 4,11%, Kemp 3,52%, Ayache 2,35%, Marcio Fernandes 2,00%, Pedrossian Filho 1,05%, Mara Caseiro 0,82%. Nenhum 11,64%, indeciso/não sabe 16,82%.
CENÁRIO-2 (Sem Marquinhos) Nelsinho 28,23%, Bernal 21,17%, Rose 7,64%, Dagoberto 5,29%, Kemp 4,11%, Ayache 2,94%, Pedrossian Filho 1,29%, Mara Caseiro 1,29%. Nenhum 10,58%. Indecisos/não sabe 15,35%.
CENÁRIO-3 (Sem Nelsinho) Marquinhos 27,64%, Bernal 20,11%, Rose 6,47%, Dagoberto 4,95%, Kemp 3,88%, Ayache 2,95%, Marcio Fernandes 2,58%, Pedrossian Filho 1,41%, Mara Caseiro 1,17%. Nenhum 14,11%. Indecisos/não sabe 14,73%.
ESPONTÂNEA André Puccinelli 15,29%, Nelsinho Trad 9,41%, Marquinhos Trad 9,17%, Alcides Bernal 7,76%, Zeca do PT 4,47%, Dagoberto Nogueira 3,29%, Ricardo Ayache, Mauricio Picarelli 1,17%, Marcio Fernandes, Pedro Kemp, Tereza Name, Waldemir Moka 0,58%, Carlos Alberto Assis, Mara Caseiro 0,35, Pedrossian Filho, Paulo Siufi, Eduardo Ridel 0,23%. Indecisos/não sabe/ não respondeu 41,62%.
REJEIÇÃO (Estimulada) Bernal 23,52%, Nelsinho 16,47%, Kemp 10,95%, Dagoberto 10,35%, Ayache 8,23%, Marquinhos 4,11%, Mara Caseiro 2,23%, Pedrossian Filho 1,41%, Marcio Fernandes 1,05. Indecisos/não sabe 15,80%.
CONCLUSÃO: Há 3 tendências no eleitorado: os apoiadores a reeleição de Bernal, os que preferem políticos mais experientes e ainda os optantes pela renovação dos nomes. Assim haveria dois turnos e em todas simulações.
AS PESQUISAS Também tem a função de motivar a discussão sobre os candidatos, seus projetos e o que isso representa na vida de cada cidadão. Evidente, há muita água para correr debaixo da ponte, mas só a leitura dos números já é um exercício político.




