O crime ocorreu em 2015, mas foi desvendado somente em julho do ano passado. Inicialmente a vítima era dada como desaparecida. A descoberta da morte violenta caso gerou revolta e comoção em todo o Estado.
Conforme os autos, mandante e executor enterraram juntos o corpo da vítima em um sítio, localizado em Alto Paraguai. Por isso, o réu foi submetido a julgamento por homicídio com três qualificadoras (mediante paga ou promessa de recompensa, motivo fútil – interromper a gravidez da vítima e ocultar relacionamento extraconjugal e contra a mulher por razões da condição de sexo feminino) e também por ocultação de cadáver. Ele está preso desde a fase do inquérito policial. O executor do crime foi assassinado em 2016.
A denúncia foi oferecida pelo Ministério Público Estadual (MPE), após Investigação do Departamento de Homicídio e Proteção a Pessoa (DHPP) de Cuiabá, na pessoa do então delegado Luciano Inácio.
“Esse caso, como outros que tivemos aqui, foi marcante por se tratar de uma menor e também pela forma de como tudo ocorreu. Foi muito delicado, mas que teve um desfecho relativamente rápido para a condenação do réu”, disse o juiz.




