De acordo com a polícia, ele montava perfis falsos como se fosse uma mulher, no intuito de conquistar a amizade delas. Depois que ganhava a confiança da vítima, ele fazia propostas de troca de vídeos e fotos íntimas. Depois que conseguia o material, o criminoso se revela como homem e passava a extorquir as vítimas, além de exigir condutas sexuais das vítimas sob a ameaça de divulgar o material, o que caracterizou o estupro virtual.
No Distrito Federal, as vítimas que registraram ocorrência são três mulheres e duas adolescentes. A prisão dele em Parnamirim ocorreu durante cumprimento de mandado de busca e apreensão e de prisão temporária na Operação Apáte – espírito da mitologia grega que personificava o engano, o dolo e a fraude. Mais de 10 mil arquivos de vídeos e fotos foram identificados pela polícia no computador do suspeito. Após a prisão, o homem foi trazido para Brasília, onde permanece preso.
Segundo a delegada Sandra Gomes, a investigação deve continuar para identificar mais vítimas, principalmente por conta da grande quantidade de material encontrada com o criminoso, que indica a existência de inúmeras vítimas.




