Por conta da placa, a academia responde a um processo por propaganda discriminatória. Joni Guimarães diz que quis chamar atenção com um pouco de humor.
"É impossível você falar que o dono, proprietário de uma academia, está sendo preconceituoso com uma pessoa acima do peso. Nós vivemos e trabalhamos em cima da questão da obesidade, a gente precisa deles, é um público-alvo nosso. Então, não tem lógica achar que essa placa é discriminatória", afirmou Joni Guimarães.
A Superintendência para Orientação e Defesa do Consumidor (Procon-MS) disse que uma denúncia levou fiscais até o local, onde encontraram um cavalete.
"O Procon entende que a propaganda tem caráter discriminatório atentando contra a dignidade da pessoa humana", afirmou o superintendente Marcelo Salomão.
O proprietário da academia tem 10 dias para a defesa e poderá pagar uma multa de R$ 3,5 mil.

"Houve a autuação referente a propaganda discriminatória, o que equivale a 140 Uferms. O valor pode ser maior ou menor no decorrer do processo. Ao meu ver, toda propaganda que discrimina qualquer cidadão atenta quanto a dignidade humana e está infringindo o artigo VI, parágrafo II, do Código de Defesa do Consumidor", explicou Salomão.
Denúncias neste sentido podem ser feitas pelo Fale Conosco do site, ou pelo número 151 ou pessoalmente no setor de atendimento ao público do Procon, localizado na rua 13 de Junho, 930, centro da capital.




