Presidente da Comissão de Agricultura, Marcio Fernandes participa de reunião do Codevale

Reprodução

Único médico veterinário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALEMS), o deputado Marcio Fernandes participou nesta segunda-feira (12) de uma videoconferência com representantes do Consórcio Público de Desenvolvimento do Vale do Ivinhema (Codevale) para discutir a possível implementação do primeiro biossensor do mundo para o diagnóstico rápido da cisticercose bovina, zoonose causada pela ingestão de ovos do parasita Taenia saginata (solitária).

Participante da reunião, a diretora-​executiva do Codevale, Daniele Cristina de Camargo Cabriotti, explicou que foi discutida a validação do biossensor para que sirva como um apoio para diagnóstico da doença.

“Fizemos a reunião com base no que a Unesp patenteou sensor para diagnóstico rápido da cisticercose para ver como fazer para adquirir o biossensor, como ele funciona porque nós estávamos querendo testar a aplicabilidade deste sendo em uma planta frigorífica, na prática. Conforme nossas conversas esse biossensor foi testado somente no ambiente universitário e nós queríamos ver a aplicabilidade deste biossensor, uma vez que o Decreto 10.468 começou destinar as carcaças com cisticercose calcificada também para o aproveitamento condicional que é o tratamento a frio. O produtor rural, no momento do abate, quando é diagnosticada a cisticercose na carcaça ele perder de 30% a 50% do valor do animal e o frigorífico tem um custo maior por conta do tratamento térmico dessa carcaça que vai ficar no frigorífico por mais 15 dias. Estamos vendo como uma opção no apoio ao diagnóstico de cisticercose, pensando em talvez usar esse aparelho no serviço de inspeção oficial para dar um apoio e talvez resolvendo um problema”, destacou.

Presidente da Comissão de Agricultura da ALEMS e da Secretaria de Agricultura da União Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais (UNALE), Marcio Fernandes participou da discussão do assunto. O parlamentar destacou que é importante discutir o assunto porque uma carcaça condenada perde valor para o pecuarista.

“Se conseguirmos colocar em prática este aparelho vamos diminuir os prejuízos para o pecuarista e também para os frigoríficos. Teremos um aliado no diagnóstico da cisticercose. Como deputado vou continuar acompanhando a discussão do projeto e buscando a melhor maneira de unir a tecnologia no rebanho de Mato Grosso do Sul”, ressaltou.

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