Preços do petróleo fecham abaixo de US$ 100 o barril, menor nível em mais de 2 meses

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No mês de maio os preços do petróleo subiram acima de US$ 121 o barril, atingindo uma máxima de dois meses, com a China aliviando as restrições relacionadas à Covid-19 e os comerciantes precificando expectativas de que a União Europeia chegará a um acordo para proibir as importações de petróleo da Rússia.

As atividades com futuros de petróleo foram limitadas por um feriado nos Estados Unidos.

Já no mês de julho houve uma queda considerável para o mercado do petróleo, os preços do petróleo atingiram nesta quarta-feira (6) o menor nível dos últimos dois meses, fechando em US$ 100 o barril.

A queda do valor do barril de petróleo reflete atualmente no Estado do Mato Grosso do Sul, onde o Governador Reinaldo Azambuja, decretou a redução do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) incidente sobre combustíveis, telecomunicações e energia para 17%. Até então, o percentual sobre a gasolina era de 30% e sobre o etanol de 20%.

Em Campo Grande já é possível encontrar nos postos de gasolina um valor variante entre R$ 5,79 à R$ 6,99 o preço do combustível. Na próxima semana existe a possibilidade de uma queda mais expressiva podendo atingir R$ 5,29.

Reinaldo Azambuja vem trabalhando para que a população do MS pague um preço justo nos combustíveis e no etanol, pois o transporte público depende disso para que não haja aumento da tarifa do ônibus para os trabalhadores que dependem do transporte.

Porque o preço do petróleo varia?

É evidente que um ativo financeiro como o petróleo seja submetido a oscilações de preço. Como sabemos, nesse ativo existem fortes correlações com investimentos de âmbito internacional, levando a uma flutuação de preços de forma direta ou indireta.

Fatores como a produção, determinada pela OPEP (Organização dos países exportadores de petróleo) certamente é um indicador muito acompanhado pela maioria dos grandes investidores a nível mundial e isso determinará se o preço do barril irá subir ou descer.

Não menos importante, também é preciso avaliar a demanda para essa produção. Caso exista um grande país consumidor com alta demanda energética, a cotação do barril pode disparar.

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