População vê desemprego, pandemia e saúde como maiores problemas da Capital

Arquivo/Reprodução

O levantamento realizado pelo Instituto de Pesquisa Ranking, aponta que a grande maioria da população campograndense considera a crise no mercado de trabalho, o coronavírus, o sistema público de saúde, a insuficiência de vacinas e os valores tarifários os maiores problemas locais.  Este é resultado que aparece na amostragem do Instituto Ranking Comunicação e Pesquisa, realizado de 26 a 31 de março passado.

De acordo com 22,92% das pessoas entrevistadas, o maior problema é o desemprego, seguido pela pandemia da Covid (20,83%), a saúde, com a falta de vagas na rede (18,75%), a falta de vacinas contra o coronavírus (17,33%) e os impostos (16,42%). Também aparecem com pontuação considerável o comércio de porta fechadas (15,67%), o transporte coletivo (14,58%), a sujeira nos bairros (12,17%), o lockdown (11,25%) e a grande quantidade de decretos municipais (10,08%).

A gestão pública (9,50%), os buracos nas ruas (8,33%_), o fechamento das escolas (7,25%), os desvios de verba pública (6,75%), as falhas no setor de infraestrutura (5,67%), as festas clandestinas (4,83%), a falta de mais indústrias (4,58%), a superlotação nos ônibus sem ar condicionado (4,25%), o alto valor das tarifas e preços da água, energia e dos combustíveis (4,17%) e a falta de dinheiro (4,08%) compõem o quadro dos problemas mais citados. Outros itens, como as contas atrasadas, segurança e desigualdade social, estão dentro de uma classificação entre 3,92% a 2,50%. Um conjunto de outras situações citadas soma 2,25% e 1,33% não responderam ou não souberam responder.

O Instituto realizou ainda o levantamento dos pontos positivos da administração municipal e a maioria (20,33%) indicou a vacinação contra a Covid-19. Na sequência: Projeto Reviva Centro (16,25%), recapeamento de ruas (14,42%), parceria com o governador (10,08%), combate à pandemia (9,58%), fim das brigas políticas (8,75%), melhorias na iluminação pública (6,08%). Para 5,92% a administração vem fazendo aquilo que é possível, enquanto 4,83% apresentam outras considerações e 3,76% não sabem ou não responderam.

No levantamento dos principais pontos negativos da administração municipal, a população elege seis itens com taxas acima de 10%. Em primeiro lugar na tabela negativa está obras inacabadas, conforme 25,50% dos entrevistados, enquanto para 22,08% é a edição de muitos decretos, 20,17% apontam que não conseguiu acabar com os buracos, 15,42% dizem que não valoriza os profissionais da saúde, 12,58% entendem que continuam os problemas no transporte coletivo e 10,25% definem: não cumpriu promessas de campanha. Para 9,75% falta melhorar a equipe de secretários e 8,883% julgam a administração como incapaz. Outras avaliações são 6,33% e não sabem ou não responderam 4,67%.

O Instituto entrevistou via telefone (sistema CAT) 1.200 pessoas, sendo 54% mulheres e 46% homens de 16 anos para cima, residentes em todas as regiões urbanas de Campo Grande: -Anhanduizinho (28,83%), Bandeira (13,33%), Centro (10,08%), Imbirussu (12,58%), Lagoa (13,17%), Prosa (10,08%), Segredo (11,50%) – e nos distritos (0,43%). A Ranking adotou um intervalo de confiança de 95% e a margem de erro em 2,75%, para mais ou para menos.

INSTITUTO RANKING

O Instituto Ranking, foi a única empresa de pesquisa a acertar na “mosca” o resultado da eleição 2020 em Campo Grande. A empresa é formada por profissionais experientes e atende seus clientes desde 2002.

A pesquisa completa do Instituto Ranking, com o quadro geral de avaliação das principais questões do município de Campo Grande, podem ser acompanhadas neste link:

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