Governador diz que ‘fez o dever de casa’ e baixou preço do álcool e diesel em MS

Autor: Por Rayani Santa Cruz e Willian Leite

22.02.2021

O governador Reinaldo Azambuja (PSDB) afirma que Mato Grosso do Sul já trabalha para diminuir os valores de combustíveis. Ele disse, nesta segunda-feira (22), que o Estado baixou o preço de impostos do diesel e do álcool para aumentar o consumo. Além disso, segundo ele, somente com uma reforma tributária ampla será possível um consenso e retirada dos impostos.

“Se nós analisarmos, nós já fizemos em Mato Grosso do Sul. Nós baixamos a alíquota do diesel  de 17% para 12%. Nós baixamos a alíquota do álcool e, na época, eu expliquei que um dos motivos é que o Estado é produtor de álcool e não produtor de petróleo. Nós aumentamos a da gasolina e hoje é mais vantajoso abastecer com álcool em Mato Grosso do Sul. Se você ver as métricas da ANP (Agência Nacional do Petróleo), hoje o Estado é que cobra o menor valor de álcool do Brasil”.

O governador destaca que a questão tributária deve ser discutida de forma ampla e não em partes fatiadas. Ele falou que o Fórum dos Governadores pediu, em carta, um fundo de compensação ao governo federal como condição de retirada do ICMS. Para ele, a reforma tributária é crucial. 

“O que não dá é ficar discutindo remendo. Tem que fazer uma reforma ampla, que simplifique os tributos. O Congresso Nacional colocou como prioridade a reforma tributária e tem que discutir essa simplificação. Os estados não são alheios e nem eu sou alheio. Agora, nós reduzimos a do diesel e a do álcool porque o álcool é uma energia limpa e é produzido aqui no estado. Eu sou defensor de discutir num todo e tem que ser feita a mudança". 

Azambuja reforça que é a favor da retirada dos impostos, desde que em todas as esferas. “Inclusive, nós fomos a favor de acabar com o ICMS e ter o valor agregado no consumo final. Nós perdemos muito com isso, mas se tivermos o fundo de compensação, a gente topa e o governo federal acaba com o PIS/ COFINS, os municípios com o ISS e o estado acabaria com o ICMS e passaria a colher imposto no consumo final, simplificando a matriz tributária do Brasil.”

O governador afirma que é possível resolver o problema de uma maneira definitiva. 

Fonte: Top Midia News

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