Novo partido “União Brasil” abre espaço para Rose Modesto

(Foto: Reprodução/Instagram)

O União Brasil, partido anunciado oficialmente nesta semana e que terá o dinheiro do PSL e a tradição que o DEM carrega desde que era o antigo PFL, negociado com a deputada federal Rose Modesto (PSDB) a sua transferência para uma nova legenda.

Apesar de um deputado federal ter como sua linha auxiliar o partido Podemos, presidido pelo dono de empreiteira Sérgio Murilo, o União Brasil teria passado a ser a primeira opção dela, por causa fatores importantes para um candidato se eleger.

O União Brasil terá em todo o País mais de R $ 900 milhões para gastar no Fundo Eleitoral; e tempo de televisão, pois a fusão do DEM e do PSL deixaria o novo partido imbatível nos programas políticos eleitorais. 

Rose tem se cacifado com pesquisas onde ela aparece em uma posição muito boa, tanto na disputa pelo governo de Mato Grosso do Sul quanto para o Senado.

Carreira política

Em 2008, foi eleita vereadora de Campo Grande com 7.536 votos (1,87%). Em 2012, reelegeu-se com 10.813 votos (2,50%), sendo a segunda mais votada.

Em 26 de junho de 2014, foi anunciado candidata a vice-governadora nas eleições estaduais daquele ano da coligação “Novo Tempo”, encabeçada por Reinaldo Azambuja, também do PSDB. A coligação teve o apoio de seis partidos o tinha o segundo maior tempo de televisão. Em 6 de outubro, Reinaldo e Rose foram classificados para o segundo turno com 39,09% dos votos válidos. Em 26 de outubro, eles foram eleitos com 741.516 votos, equivalente a 55,34% dos votos válidos.

Em 1º de janeiro de 2015, tomou posse como vice-governadora de Mato Grosso do Sul. Além das funções de vice-governadora, também foi nomeada secretária de estado de Direitos Humanos, Assistência Social e Trabalho, deixando o cargo em abril de 2016 para disputar a indicação do partido para a candidatura à prefeitura de Campo Grande.

Foi oficializada como pré-candidata em abril e formalizada como candidata em julho, tendo o empresário e diretor-superintendente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas em Mato Grosso do Sul (Sebrae-MS) como vice na chapa. Ambos foram classificados a disputar o segundo turno com 26,62% dos votos válidos, mas foram derrotados por uma diferença de 72.216 votos.

No início de 2018, declarou que não disputaria a reeleição como vice-governadora. Em agosto, foi lançada pelo partido para disputar uma cadeira na Câmara dos Deputados, sendo eleita com 120.901 votos, a maior votação proporcional.

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