Campo Grande terá manifestação para a revogação do Estatuto do Desarmamento

A manifestação em Campo Grande será dia 19 de fevereiro, domingo, às 16h, na Avenida Afonso Pena, 4444, em frente ao MPF.

Autor: Por Giulia d’Amore

18.02.2017

Idealizado pelo Instituto Iniciativa e organizado em colaboração com os movimentos Direita MS, Reaja Brasil e Pátria Livre, acontece neste domingo, 19 de fevereiro, às 16h, a manifestação para a revogação do Estatuto do Desarmamento, pela aprovação, no Congresso Nacional, da PL 3.722/2012, de autoria do Dep. federal Peninha, que, através de uma profunda análise técnica, propõe novas regras para as armas de fogo, alinhadas à realidade atual e, sobretudo, ao resultado do Referendo de 2005, quando 60 milhões de eleitores rejeitaram a ideia de se extinguir o comércio de armas e munições no Brasil. Também haverá manifestações em 13 cidade de outros oito Estados, mais o Distrito Federal: São Paulo (SP), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Florianópolis (SC), Goiânia (GO), Curitiba (PR), Rio de Janeiro (RJ), Sorocaba (SP), Vitória (ES), São José (SC), Cachoeiro de Itapemirim (ES), Teresina (PI), Montes Claros (MG) e Varginha (MG). E a lista vai crescendo, com Belém (PA), Campinas (SP) e Garanhuns (PE).

A sociedade civil está aflita com os rumos que vem tomando a condução da política nos últimos anos e o avanço da ideologia marxista em todos os campos da vida social e política. A ingerência do Estado na vida privada tem se provado nociva e incapaz de resolver os problemas do País, e isso está bem claro em alguns assuntos que vem preocupando a sociedade, como o desarmamento da população civil; a desmilitarização das polícias estaduais e o crescimento em quantidade e poder da Força Nacional, mera milícia presidencial de cunho bolivariano; a doutrinação marxista e de gênero nas escolas, em todos os níveis do ensino; e a presença sempiterna do Estado nas relações sociais, sobretudo no que diz respeito ao direito natural.  

Isso tudo preocupa e põe em alerta o cidadão de bem, pagador de impostos e que vinha confiando nos políticos, os quais, nas últimas décadas, têm demonstrado não fazer jus a essa confiança. Por causa disso, nos últimos anos, foi necessário sair às ruas para manifestações toda vez que o Estado ou os políticos agiram contra a vontade popular e os interesses da Nação. A manifestação tem se tornado um instrumento necessário e imediato para mostrar o descontentamento da sociedade, visto que, de outra forma, a voz da Nação não será ouvida. 

Desta vez não é diferente, porque, apesar do resultado estrondoso no referendo de 2005, o Estado prosseguiu em sua política injusta de desarmar a população ordeira, enquanto a marginalidade continua fortemente armada, mais e melhor do que as forças policiais. O resultado dessa política errática o vemos estampados nos jornais diariamente. As taxas de criminalidades explodiram desde 2003, quando foi votado o Estatuto sob falso clamor popular de que o desarmamento era um desejo da população. Falso porque o referendo de 2005, com 63% de votos, deixou bem claro o que a população pensa sobre o tema. O resultado foi ignorado pelo Estado, e é de se questionar por que o cidadão comum não pode ter armas, mas aquele que tem dinheiro ou os bancos podem contratar segurança armada para protegê-los. O desarmamento civil é mil vezes mais criminoso do que mensalões e petrolões. Se protestamos quando tiram nosso dinheiro, por que não protestamos quando nos entregam indefesos nas mãos dos assassinos?

O cidadão brasileiro tem a obrigação de abraçar a bandeira pelo fim do Estatuto de Desarmamento e pelo direito de toda pessoa adulta ter acesso legal a armas, transformando essa demanda em um movimento político de massas. É preciso assegurar às pessoas de bem o livre exercício do direito de se defender, sem depender do Estado. A defesa desse direito não é uma questão ideológica, mas o entendimento e a proposta para a segurança pública por parte dos conservadores, que são a maioria da população brasileira que está sendo calada por uma minoria.

O Estado de Mato Grosso do Sul, de economia prevalentemente agrária, mas também de fortes tradições conservadoras, sempre conviveu com o uso livre e consciente das armas, até o advento do socialismo mascarado de democracia. As últimas administrações municipais, estaduais e federais têm sucateado a segurança pública, nos deixando à mercê de marginais e... DESARMADOS. É notório que nos países de livre uso de armas, a criminalidade é baixíssima, até por uma questão lógica: se bandido sabe que em uma casa não tem armas (porque o Estado proíbe), não pensará duas vezes em assaltá-la. Já em uma casa onde ninguém sabe se tem arma ou não, nenhum bandido se arrisca.

Campo-grandense você tem o direito natural a ter uma arma para sua defesa pessoal ou de sua família e de seus bens. É um direito inalienável que você exerce ou não. Mas é uma decisão que só cabe a você. O Estado não pode e não deve interferir nisso, a não ser na regulação, justa, do seu comércio, como acontece em todos os países em que este direito é respeitado. Ninguém está obrigado a comprar armas. Mas é um direito de todo cidadão decidir se quer ou não comprar uma. 

A manifestação em Campo Grande será dia 19 de fevereiro, domingo, às 16h, na Avenida Afonso Pena, 4444, em frente ao MPF.

informações Ingrid (67) 9 8112 2484

https://www.institutoiniciativa.com.br

Fonte: Instituto Iniciativa

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