Dia das Crianças sinaliza recuperação econômica em MS e deve movimentar mais de R$ 130 milhões, diz pesquisa

Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento da Federação de Comércio de Mato Grosso do Sul e Sebrae afirmam que o dia 12 de outubro deve movimentar entre R$ 131 e R$ 139 milhões no estado, dependendo da situação da pandemia.

27.09.2020

O Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento da Federação de Comércio de Mato Grosso do Sul (IPF-MS) e o Sebrae divulgaram uma pesquisa sobre a intenção de compra para o dia das crianças, 12 de outubro. O levantamento aponta dois possíveis cenários.

No atual, a previsão é de 5% de aumento nas vendas em relação ao ano anterior e a movimentação pode atingir R$139,1 milhões. Desse total, R$ 36,1 milhões (26%) serão destinados às comemorações e R$ 102,9 milhões (74%) a compra de presentes. O gasto médio poderá alcançar R$ 230,50.

O segundo cenário, que seria logo após a pandemia, resultaria em uma movimentação 10% menor, de R$131,9 milhões. Segundo o instituto, isso se daria pela priorização das comemorações ao invés de presentes. Seriam R$ 40,64 milhões para comemorações e R$ 84,73 milhões para presentes.

As compras deverão se concentrar nas lojas físicas (83%), mas há um forte destaque para internet 12%. Mais de 50% dos entrevistados darão prioridade a brinquedos (39%), roupas (31%) e calçados (21%).

“Uma vez que o consumidor pretende ir às lojas, é o momento de mostrar a este consumidor, primeiro que o comércio dele é um ambiente seguro tanto para os pais quanto pelas crianças; momento de reduzir o nível dos estoques que ficou parado por bastante tempo; de retomar capital de giro, dessas empresas terem um fôlego para começarem a se preparar para o final do ano e talvez a gente continue a ver um cenário um pouco mais brando, desde que as taxas da pandemia continuem em queda, e tenhamos um cenário mais positivo para os próximos meses”, explicou a economista do Sebrae MS, Vanessa Schmidt.

Entre os entrevistados, 39% esperam descontos para pagamento à vista, 25% vão considerar o atendimento, 24% o parcelamento, 13% as medidas sanitárias e 11% terão como fator preponderante para a compra o bairro em que está localizado o estabelecimento.

Dos que não irão presentear, 29% informaram estar sem dinheiro e 12% receosos em relação ao cenário atual.

Fonte: G1/MS

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