Projeto irá reativar coleta seletiva em Batayporã

A Secretaria Municipal de Obras, Desenvolvimento Econômico, Turismo e Meio Ambiente (Sodeta) iniciou nesta semana os procedimentos para reativação da coleta seletiva em Batayporã. O pedido inicial é para que a população da área urbana faça o descarte correto dos resíduos, separando o que pode ser reciclado, como embalagens, garrafas, latas e caixas, daquele que é rejeitado – resíduos que não possuem mais qualquer possibilidade de recuperação ou reutilização.

“Isso é uma demanda mais que urgente e precisamos reestruturar esse serviço”, afirmou o secretário da pasta, Renan Bom. O gestor esclareceu que, por enquanto, os pontos de coleta não estão instalados e a população deve dispor os resíduos nas próprias lixeiras em sacolas separadas. “A intenção é elevar a qualidade dos resíduos que têm chegado para os catadores e catadoras presentes no aterro sanitário”, esclareceu o secretário.

A Sodeta já dispõe de um caminhão em operação para a coleta. A instalação de pontos de descarte e lixeiras adequadas para colaborar com a separação dos resíduos será efetivada posteriormente, pois o município prevê contratação de novos colaboradores para desempenhar o serviço.

“O projeto já está estruturado e dependemos apenas da ampliação do nosso quadro, cujo processo já foi iniciado”, complementou.

Ações para o Meio Ambiente

Recentemente, a Prefeitura tem desempenhado outras ações com foco no meio ambiente, a exemplo dos mutirões de limpeza urbana e da revitalização da Lagoa do Sapo. Responsável por receber as águas pluviais de parte do centro e entorno do Paço Municipal, a Lagoa do Sapo passou por obras de melhoria para o escoamento das águas pluviais.

A instalação de sete valetas visa aliviar as enxurradas que se acumulam na região, principalmente na Avenida Antônio Spinosa Mustafá. Também foram removidos entulhos no entorno e interior da lagoa, além de roçagem no gramado das laterais como forma de preservar a vegetação e as aves que se refugiam local e evitar acúmulo de descartes que podem gerar focos do mosquito da dengue.

Para a professora Claudinéia Silva Corrêa, a estratégia foi positiva. Há tempos sem ser frequentada, a lagoa voltou a ser um ponto de lazer para ela e para a filha. “Estou encantada com o capricho da limpeza ao redor. Consegui até sentar e ficar lá por horas”, contou. O momento foi registrado e compartilhado nas redes sociais.

A gestão analisa as medidas com otimismo. “Todas essas estratégias têm foco na conscientização. Com a limpeza em dia e a revitalização das nossas áreas de natureza, a população tende a preservar esses locais ativamente”, concluiu o secretário Renam Bom.

Fonte: Ana Carla Barbosa

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