Fazer o bom debate político respeitando os adversários, é possível?

Autor: Silvano Carvalho

27.02.2020

Quantas vezes vemos e ouvimos xingamentos de lado a lado! E dentro da própria família, ou no círculo dos amigos mais queridos. As pessoas se expressam de maneira raivosa, agressiva e irrefletida. Em certas circunstâncias, aqueles que eram tão caros no relacionamento de longa data se afastam com sentimento de rancor e não retornam mais ao convívio.

De maneira geral, as conversas começam em tom cordial, ameno, como se fossem uma simples troca de ideias. Com o passar do tempo um dos interlocutores fala mais alto, para dar ênfase às suas ideias. O outro se sente ofendido e responde com volume mais elevado. Pronto, a encrenca já está armada. E como alerta o dito popular: em discussão sobre política quem perde primeiro é a razão.

Sem contar as redes sociais. Como as pessoas não ficam frente a frente, acham que as palavras escritas não provocarão ressentimentos. O efeito, porém, pode ser o mesmo que ocorre com a comunicação tête-à-tête, e em certas circunstâncias ainda pior, pois o texto fica lá, guardado, para que se recordem das agressões recebidas. E mesmo depois de muito tempo, sempre que a mensagem for lida dará a impressão de que a provocação acabou de ocorrer.

Dicas preciosas:
-Nem todo adversário é necessariamente um inimigo
-Adversários de hoje poderão ser grandes aliados amanhã
-Diferenças políticas são normais
-Devemos evitar confrontos políticos, especialmente com as pessoas de relacionamento próximo.

Silvano Carvalho – texto escrito para o grupo de facebook, Água Clara no Coração da Gente.

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