Ministra Tereza Cristina participa de lançamento do Plano Safra em Mato Grosso do Sul

De acordo com o Ministério da Agricultura, foram destinados 8,2 bilhões para Mato Grosso do Sul para a Safra 2019/2020.

09.07.2019

A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, participou nesta segunda-feira (8), em Campo Grande, do lançamento do Plano Safra 2019/2020. O governo federal anunciou a liberação de R$ 225,59 bilhões em financiamentos por meio do plano para os pequenos, médios e grandes produtores. Para o estado, foram destinados 8,2 bilhões, 23% a mais em relação a safra passada.

"Esse plano safra foi muito difícil, nos começamos o ano sabendo que teríamos muitas dificuldades e com sensibilidade do ministro Paulo Guedes, do presidente do banco central Roberto Campos Neto de toda a equipe da Agricultura, nós conseguimos fazer do limão uma limonada. Se Deus quiser no próximo ano teremos 2 bilhões para o seguro", disse a ministra.

O governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja, participou do lançamento, ele disse que a área plantada no estado cresceu 348 mil hectares de uma safra para outra e deu destaque para desburocratização do setor.

"Desburocratizar é fundamental, simplificar para o produtor [...] ele precisa do recurso desburocratizado para ele vir fazendo o que faz pelo Brasil, crescer a nossa produtividade, ela vem crescendo, crescer as commodities no mercado internacional e temos oportunidade ampla de vender mais para fora", afirmou o governador.

O valor total do plano deste ano será distribuído da seguinte maneira:

R$ 169,33 bilhões para o custeio, comercialização e industrialização;
R$ 53,41 bilhões para investimentos;
R$ 1 bilhão para seguro rural;
R$ 1,85 bilhão para apoio à comercialização.

O Ministério da Agricultura informou que as taxas de juros, para custeio, comercialização e industrialização, serão de:

3% e 4,6% ao ano para pequenos produtores, participantes do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).
6% ao ano para os médios produtores;
8% para os grandes produtores.
Nas linhas destinadas a investimentos, os juros cobrados variarão de 3% a 10,5% ao ano.

Fonte: G1 MS

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