Vice-governadora Professora Rose e mais cinco não escaparam do Gaeco

O procurador-geral de Justiça de Mato Grosso do Sul, Paulo Passos, pediu abertura de procedimento investigatório complementar da operação Coffee Break contra seis pessoas, incluindo a vice-governadora Rose Modesto (PSDB), o deputado federal Elizeu Dionízio (PSDB), deputada estadual Antonieta Amorim (PMDB) e três vereadores de Campo Grande.

Elizeu disse que não tem conhecimento do processo e que votou de acordo com suas convicções. Rose Modesto e Antonieta Amorim e os três vereadores não retornaram as ligações.

No caso de Elizeu, que tem foro privilegiado, a investigação vai ficar sob responsabilidade do procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, se for autorizada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Na lista ainda são citados Antonieta, irmã do empreiteiro João Amorim, um dos denunciados pela Coffee Break.

O Ministério Público do Estado de Mato Grosso do Sul tem indícios da participação dos seis no suposto esquema ilegal investigado pela operação Coffee break e busca mais evidências para formalizar uma denúncia.

Denúncia
Com 361 páginas, a denúncia foi protocolada no Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul(TJ-MS). Mesmo depois da denúncia, a investigação segue no MP-MS. Segundo o procurador-geral de Justiça, há indícios de envolvimento de mais pessoas no esquema.

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