Reinaldo e Rose abandonam segurança pública e moradores fazem protesto

Reinaldo e Rose abandonam a segurança pública na Capital. Indignados com a violência, moradores do Estrela do Sul, região norte de Campo Grande, saíram às ruas para pedir mais segurança. A manifestação que reuniu em torno de 20 pessoas aconteceu hoje (13) pela manhã na praça do bairro, em frente à Escola Arthur de Vasconcelos Dias, na rua Doutor Jivago. Os habitantes do local denunciam que assaltos e o comércio de drogas na região é constante e que não existe policiamento para coibir a ação dos criminosos.

A conselheira da região do Segredo e integrante do grêmio da escola Arthur, Clélia Lúcia Weber, 43, exige uma atitude do Governo Estadual. “Queremos mais segurança e que o Governador tome as atitudes necessárias para aumentar o efetivo policial. Também pedimos que tomem providências sobre a iluminação nas ruas, estamos às escuras”, disse a moradora. “No fim de julho uma dupla de assaltantes que estavam em uma moto pararam os alunos que saíam da escola, às 11h20 da manhã, e levaram 30 celulares. Eles fizeram a abordagem com um arma em punho”, completou.

Conforme a filha de Lúcia, Ana Lúcia, 17, estudante do colégio Estadual Padre João Greiner, também no bairro, o garupa da moto ameaçou a todos e pediu que entregassem os celulares. “Eu estava com os meus colegas todos saindo da escola. Tinha pelo menos umas 15 pessoas comigo. Quando percebi a moto se aproximando, pedi aos colegas que anotassem a placa”, descreveu a jovem. “Eles apontaram a arma para minha cabeça e insistiram que eu entregasse o celular, eu gritei dizendo que não tinha. Agora eu tenho medo de motociclista”, disse.

A PM acompanhou a manifestação e prometeu ajudar os moradores

O tenente Mônaco esteve no local da manifestação atendendo a reivindicação dos populares. “Eles pedem mais segurança. E sobre o crime que ocorreu onde ladrões armados roubaram os celulares dos alunos, nós prendemos um dos assaltantes um dia depois”, afirmou Mônaco.

“Os moradores também denunciaram a comercialização de entorpecentes na praça. Eu sugeri à eles que façam uma reunião com os responsáveis do Denar [Delegacia Especializada a Repressão ao Narcotráfico], pois isso precisa de uma investigação mais aprofundada”, completou.

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