Reajuste “zero” para todos os servidores do município de Campo Grande

A Prefeitura de Campo Grande esgotou as alternativas para reduzir gasto com folha de pagamento e a chance de reajuste para os 22 mil servidores municipais dependerá da arrecadação.

O secretário de Planejamento, Finanças e Controle, Disney Fernandes, parece pessimista quanto a possibilidade a receita e a prefeitura não tem plano B para reduzir o gasto com pessoal. “Dependemos da receita corrente líquida (para dar os reajustes), o que é muito complicado nesse cenário de crise”, afirmou.

Até a semana passada, a administração se empenhava em não aumentar os gastos com pessoal para não descumprir a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e sustentar alguma possibilidade de reajuste salarial. Tanto que, chegou a pressionar Ministério Público Estadual (MPE) por uma resposta sobre os convênios com a Organização Mundial para Educação Pré-Escolar (Omep) e com a  Seleta Sociedade Caritativa e Humanitária, a Seleta, para não ter de absorver novos funcionários a folha de pagamento.

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