Professores da ACP rejeitam aumento de 13.1%

A proposta feita pela Prefeitura de Campo Grande aos professores municipais foi rejeitada na tarde desta segunda-feira (10) pela assembleia de grevistas comandada pela diretoria do Sindicato Campo-Grandense dos Profissionais de Educação Pública (ACP).

A ideia era de conceder 8% à categoria, por meio de vales-alimentação, durante o período de 90 dias. Após esse período, e atingindo o limite prudencial estipulado pela Lei de Responsabilidade Fiscal (51,3%), Prefeitura e categoria poderiam negociar a concessão do índice de reajuste de 13,01%, reivindicados pelos professores.

Para o secretário municipal de Educação, Marcelo Salomão, a decisão da ACP é política. “Esgotamos todas as argumentações possíveis. Campo Grande passa por uma crise que não é só dela, mas de todo o Brasil e os grevistas não estão agindo com prudência. Oferecemos o que era possível no momento, sem fechar as portas para a negociação. Infelizmente prevaleceu o radicalismo e os interesses políticos”, afirmou.

De acordo com o Secretário de Governo, Paulo Matos, a Prefeitura esgotou todas as alternativas de negociação dentro da legalidade. "A única possibilidade antes de recorrer à justiça é que a categoria acolhesse a proposta dos 8% imediatos por vales-alimentação", concluiu.

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