E a guerra comercial entre Estados Unidos e China também pode trazer efeitos relevantes para o milho safrinha. “Nós fizemos um levantamento, que descobriu um navio chinês nomeado para buscar milho do Brasil. Isso é algo superimportante. A China não é um grande importador de milho, porque eles já são grandes produtores. Mas, pelo terceiro ano seguido, a China vai produzir menos milho do que consome. O mundo aguarda que o país asiático entre no mercado de importação do milho e, com a briga com os Estados Unidos, o Brasil passa a ser uma ótima opção para os chineses realizarem essas aquisições”, aposta.
As exportações de milho sul-mato-grossense já vêm demonstrando um crescimento considerável. Em junho deste ano, o milho totalizou US$ 40,378 milhões em vendas, o que representa avanço de 383,73% em relação ao mesmo período de 2017 (US$ 8,347 milhões). O volume do grão enviado para o exterior praticamente quintuplicou no período comparado, saindo de 50,656 mil toneladas para 244,909 mil toneladas.





