Olarte diz que é a favor de comissão processante e alega inocência

O prefeito de Campo Grande, Gilmar Olarte (PP), afirmou na manhã desta quinta-feira (13) que é a favor da abertura da comissão processante. O prefeito alegou que os vereadores têm obrigação de investigar e dará a ele o direito de se defender.

“Não sou contra comissão processante. Inclusive, entendo que será a oportunidade de eu provar muita coisa que precisa ser provada. Há uma gritaria política e um planejamento de desconstrução da imagem do prefeito Gilmar Olarte. Eu vou provar que não há crime de lavagem de dinheiro e corrupção coisa nenhuma e que tudo foi planejado para poder nos envolver nisso e nos prejudicar”, justificou.

 

O prefeito também comentou a decisão do TJMS ontem, que acatou denúncia do Ministério Público Estadual contra ele, alegando corrupção passiva e lavagem de dinheiro. O prefeito alega que recebeu a notícia com tranquilidade, visto que considera a investigação do Gaeco eivada de erros, que  levam, inclusive, a nulidade.

“Está eivada de erros, que traz, inclusive, a nulidade. Segundo: nós não podemos nem colocar todas as testemunhas para serem ouvidas. Não quiseram nos ouvir. Terceiro: os áudios que compõem a denúncia não contêm a outra parte dos áudios, que me inocentam de tudo e mostram que tudo foi planejado”, alegou.

O prefeito entende que o processo também lhe dará oportunidade de se defender das acusações, avaliadas por ele como arquitetadas. “Quando entraram na minha casa já era uma coisa planejada lá atrás e conversada nos próprios áudios. De uma forma muito tranquila em poder, e agora é o momento, levar todas provas e, inclusive, entrar na Justiça para poder buscar que se faça Justiça. Estão conduzindo de uma forma que me causa muita estranheza as investigações do Gaeco. Agora nós vamos poder dirimir estas dúvidas”, justificou.

O prefeito ainda ressaltou que a aceitação da denúncia ocorre justamente por conta da dúvida do TJMS em relação a todo o processo. “Antes eu não podia colocar prova e só o MPE apresentou ao TJMS. Agora, poderemos provar nossa inocência e ir em busca de uma decisão judicial. Não tenho dúvidas de que vamos provar que tudo tem cunho político e foi feito de maneira eivada de erros”, concluiu.

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