E BASTA? Nada contra a nomeação da vereadora Luiza Ribeiro (PPS) para o cargo de Secretaria da Cidadania e da Diversidade Cultural do Ministério da Cultura. Parabéns! Representará o que mesmo em termos de benefícios para o MS? Ora! Nosso Estado, em termos de representação no Governo Federal precisa de algo mais abrangente à altura das nossas necessidades. Continuamos nanicos. O que nos salvou foi a nomeação do ex-deputado Antonio Carlos de Oliveira para a chefia da Sudeco. E foi só!
EU AVISEI… Alcides Bernal sem o perfil para ser prefeito de Campo Grande. Sem amigos não formou uma equipe técnica à altura . Egocêntrico, inseguro, complexado, rançoso, não adotou a humildade como parceira . Ele pode se ‘gabar’: até aqui, o pior prefeito da capital. Deixa uma herança maldita, várias pegadinhas para o sucessor. Da Câmara Municipal ele não poderá reclamar; recebeu R$6 milhões que não foram gastos e que de alguma forma ajudam a saldar compromissos em aberto. Tchau Bernal.
O AQUÁRIO ‘Data venia’ não se pode esquecer sua imponência, o que já foi gasto, a falta de planejamento para incluí-lo no rol das prioridades. Esse caso mostra a necessidade dos governantes consultarem antes a população sobre certos investimentos. O mesmo estilo personalista de se aplica ao ex-presidente Lula (PT) na construção de estádios de futebol inúteis em Manaus, Brasília e Cuiabá. Dinheiro no ralo.
DETALHE No balanço anual da Assembleia Legislativa constam 17 projetos de lei vetados pelo Executivo, 13 retirados e 25 com pareceres contrários da CCJ. É como eu digo: os deputados precisam e devem estudar, consultar a assessoria, antes de assinar proposições inúteis. Não dá mais para tentar reinventar a roda.

A PROPÓSITO A deputada estadual Antonieta Amorim (PMDB) assina projeto que pede ações de proteção do Aquífero Guarani. A intenção é boa, mas sem amparo legal. Ora! A Constituição Federal diz que o subsolo é propriedade exclusiva da União. Lembro: em 2016 o nosso Tribunal de Justiça declarou inconstitucional o decreto prefeitural de 27/12/2012 que proibia a abertura de novos poços artesianos e determinava o fechamento dos já existentes na nossa capital. O Sinpetro foi autora desta ação vitoriosa. O decreto do prefeito era corporativista, extrapolou sua competência.

HO, HO, HO! Duas previsões fáceis de acertar: A primeira – 2017 como ano difícil. Segunda – o deputado estadual Maurício Picarelli (PSDB) aliviando como corregedor que ‘apurou’ o episódio da gravação da conversa entre seus colegas Paulo Corrêa( PR) e Felipe Orro (PSDB). Acostumado ao refrão “minhas comadres e meus compadres”, ele esqueceu: o número de eleitores é bem maior do que o seu universo televisivo. Haverá forte renovação em 2018; muitos deputados lembram os perus e já fazem glu-glu.

TRAMOIAS Não faltaram em 2016. Das escabrosas descobertas da Operação Lava Jato à ‘ingênua’ frase do deputado estadual Paulo Corrêa (PR) pinçada num papo gravado por um pastor. Aliás impressiona a nomeação de pastores para a assessoria de vereadores e deputados. Seria função deles fazer correntes de orações para livrar do inferno seus patrões pecadores? Só pode!

Feliz Ano Novo!




