Merenda escolar da Rede Municipal é elaborada com atenção nutricional e cardápio variado

O abastecimento das escolas, Ceinfs e de algumas entidades assistenciais em Campo Grande é realizado pela Suali (Superintendência de Abastecimento Alimentar), uma das divisões operacionais da Secretaria Municipal de Educação. Além de cuidar da distribuição dos alimentos para as merendas, o Suali também é responsável pela elaboração do cardápio e da atenção nutricional das refeições. 

A alimentação saudável e adequada, principalmente em idade de crescimento e maturação biológica, constitui fator funcional para o desenvolvimento humano.

O superintendente Luiz Carlos de Azevedo explica que as demandas são calculadas e definidas a partir de planilhas com valor calórico das refeições, adequações de macro e micronutrientes e ainda a faixa etária e a modalidade de ensino.

A Suali tem equipe de 26 pessoas responsáveis pelas entregas e também ficam de prontidão para as emergências, quando alguma escola necessita de mantimentos extras. “Mantemos um estoque regulador nos casos de emergência que é entregue imediatamente após solicitação das diretoras”, explica.

Também há uma equipe de nutricionistas que acompanham o armazenamento, manuseio e até a aceitabilidade dos alunos. São visitas para manter a supervisão nutricional, explica Cláudia Regina Lindermayer, da Divisão do Programa de Alimentos.

São disponibilizadas mais de 170 mil refeições a 100 Ceinfs, 94 escolas urbanas, 9 escolas rurais e 34 entidades assistenciais. “Temos a preocupação de manter a variação do cardápio, valorizando o teor nutricional, calórico e atentos ao consumo”, comenta.

Até mesmo a famosa farofa, que acompanha as refeições, é elaborada de maneira a complementar a alimentação, seguindo rígida tabela nutricional. Além de acompanhar a alimentação das crianças na escola, o time de nutricionistas também orienta os pais, para que mantenham alimentação saudável em casa.

Logística

Com o atendimento a toda rede municipal de ensino, a Suali mantem equipes em prontidão para atender emergência, como atender escolas que estão com estoques baixos. Por vezes, o consumo ultrapassa a previsão, sendo necessário repor os mantimentos, explica Dennys Bruno Pereira Batista, responsável pela logística.

A Superintendência também mantém cursos sobre boas práticas voltado às merendeiras e funcionários envolvidos nas alimentação, para garantir a qualidade higiênico-sanitária das refeições. Há o projeto de se instalar uma cozinha industrial para melhores instruções sobre o preparo.

Fonte/Autor: Denis Matos

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