Marquinhos quer aproveitar funcionários da Omep e Seleta que estavam “trabalhando”

Minutos antes de ser diplomado prefeito de Campo Grande, para o mandato de 2017 a 2020, Marquinhos Trad (PSD) deu prova da segurança que tem nos mecanismos de que irá se cercar para desenvolver uma gestão segura. Perguntado a respeito da questão dos desligamentos de funcionários da Omep (Organização Mundial para Educação Pré-Escolar) e Seleta Sociedade Caritativa e Humanitária, por conta de decisão judicial, o futuro chefe do Executivo avisou que poderá, se achar necessário, recontratar pessoas que já passaram pela administração municipal em terceirizações dos convênios com as entidades.

“Não vamos parar serviços de ordem essencial e, se preciso, faremos contratações temporárias. Estive com o promotor Marcos Alex para tratar da questão e devemos ver uma forma de lidar com a questão emergencial até que possa ser aberto concurso para a reposição da mão de obra utilizada com essas entidades”, destacou Marquinhos, que só adotará medidas com aval do órgão que implantará para manter a prefeitura bem vigiada quanto a qualidade e evolução dos gastos públicos.

Conforme já adiantou na divulgação do secretariado, a administração que começa em janeiro terá como diretriz uma queda imediata de 30% nas despesas e a utilização de gente com experiência no que faz para que a administração municipal tenha performance suficiente de retomar o desenvolvimento na Capital.

Em virtude disso, aqueles do grupo de 1.720 funcionários da Omep ou Seleta que demonstrarem expertise no que desempenham têm grande possibilidade de retornar à prefeitura, desde que o gasto com os seus salários entre no cálculo de impacto fiscal permitido à RCL (Receita Corrente Líquida). “Se houver a condição jurídica do vínculo, e a pessoa exercer com aptidão o ofício, por que não a continuidade ou contratação? Acharemos um caminho em parceria com a Justiça para essa demanda”, completou Marquinhos

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