O argumento utilizado pelo advogado Renê Siufi, que defende o policial, é que a Justiça comum não teria competência para julgar o caso porque o PRF agiu, segundo ele, na condição de policial rodoviário federal.
O juiz da Primeira-Vara do Tribunal do Júri, Carlos Alberto Garcete, alegou que e o acusado não estava em serviço, não usava farda e não estava na área de atuação, além de estar na área urbana. Com a decisão, a ação penal continua em tramitação na justiça estadual.
Crime
O policial rodoviário federal Ricardo Hyun Su Moon é acusado atirar sete vezes contra a caminhonete onde estavam o empresário Adriano e dois passageiros. Agnaldo Espinosa da Silva, 48 anos, e o filho, de 17 anos, foram atingidos por tiros.
Adriano foi atingido em regiões vitais, perdeu o controle do veículo e bateu em um poste. Ele morreu no local. O motivo da discussão inicial teria sido uma fechada da caminhonete do empresário no carro do policial.
Conforme a investigação, o policial rodoviário seguia pela avenida Ernesto Geisel e quando passava pela rua Pimenta Bueno foi fechado pela caminhonete dirigida pelo empresário e ocupada por mais duas pessoas. Tanto as vítimas quanto o policial confirmam a fechada.





