Gripe H1N1 mata Jornalista em Dourados e moradores entram em Pânico

Dourados, a 225 quilômetros de Campo Grande, confirmou nesse final de semana a segunda morte por H1N1 desde o início do ano entre moradores do município. O jornalista Marcelo Humberto, de 48 anos, faleceu na sexta-feira (10) após 15 dias internado. Além dele, um homem de 52 anos que morreu no dia 7 também foi diagnosticado com a temida variação da Gripe. Já são 46 óbitos pela doença no Estado.

 Durante todo o ano de 2015, as variações da Influenza mataram sete pessoas em Mato Grosso do Sul, número mais de seis vezes inferior ao apurado até agora em 2016. É, também, o maior número desde que o vírus foi detectado, em 2009.

Até sexta-feira, a SES (Secretaria de Estado de Saúde) contabilizava 45 mortes causadas pela Gripe A em todo o Estado. Desse total, 12 são de Campo Grande, sete de Naviraí, três de Caarapó, duas de Aquidauana, duas de Bataguassu, duas de Jardim e duas de Três Lagoas, uma de Água Clara, uma de Corumbá, uma de Costa Rica, uma de Coxim, uma de Douradina, uma de Dourados, uma de Glória de Dourados, uma de Ivinhema, uma de Juti, uma de Laguna Carapã, uma de Maracaju, uma de Rio Brilhante, uma de Rio Verde, uma de Santa Rita do Pardo e uma de São Gabriel do Oeste.

Esse número saltou com a confirmação da causa da morte do jornalista em Dourados. Marcelo Humberto era vice-presidente do Clube de Imprensa da cidade e trabalhou por 17 anos no Jornal O Progresso. No município, segundo o coordenador do Núcleo de Vigilância Epidemiológica, Devanildo de Souza, houve 45 notificações de pessoas com suspeita da doença, das quais 23 confirmadas, nove descartadas e 13 ainda aguardam resultado de exames. Em Dourados, o clima é de pânico entre os moradores.

Em Campo Grande, a Secretaria de Estado de Saúde também informou uma morte causada por influenza B, outra variação da gripe.

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