Na madrugada do dia 09 de junho de 2017, Luiz, que na época tinha 17 anos, saia de um show quando foi atingido por um tiro na cabeça. O disparo fatal teria sido efetuado por um policial militar, que um dia depois se apresentou a delegacia e entregou a arma usada no disparo. De acordo com a família, em outubro de 2017, o caso foi encaminhado para o Ministério Público, porém, foi devolvido porque o MP entendeu que eram necessárias mais provas.
A irmã de Luiz, Jéssica Samantha Bastos de Souza, disse que a família está sofrendo até hoje com a tragédia , ela conta que o pai e mãe estão com quadro depressivo e ambos têm dificuldades para voltar a rotina.
" Todos nós estamos sofrendo muito, foi um crime absurdo e injusto, o meu irmão, o Juninho, não tinha passagem, era uma pessoa do bem, e foi morto por um policial despreparado. Eu estou indignada por que o caso não "anda", desconfiamos de um cooporativimos total, mas não vamos desisitir, vamos lutar até o fim" disse Jéssica.




