‘Eu conheço Campo Grande. Eu me preparei para esse momento”, destacou Marquinhos

A definição da aliança entre o PSD, de Marquinhos Trad, pré-candidato a prefeito da Capital, e o PTB, de Nelsinho Trad, foi definida pela análise de pesquisas de intenção de voto e pelo currículo do irmão mais novo, que afirmou o ex-prefeito de Campo Grande precisa provar à Justiça as acusações de improbidade administrativas que chegaram a bloquear seus bens.

 “O Nelsinho é o Nelsinho, e se ele tem as responsabilidades na Justiça, ele vai provar sua inocência. E se não tiver, ele que arque com as consequências. Eu sou o Marquinhos, diferente do Nelsinho”, disse o pré-candidato do PSD, cobrando respeito à sua família.

Durante o anúncio oficial do apoio petebista ao PSD, Nelsinho afirmou que  escolha por seu irmão mais novo aconteceu depois que o partido analisou pesquisas de intenção de voto, bem como o histórico público de Marquinhos, e frisou que ele já deu sua parcela de contribuição na prefeitura.

“Estamos hipotecando apoio do partido ao pré-candidato Marquinhos, por entender que ele reúne todas as condições para fazer o enfrentamento nas eleições que se avizinham”, frisou Nelsinho.

Ao receber o apoio do PTB, Marquinhos destacou que o partido já abrigou nomes históricos da política estadual, como ex-prefeito da Capital, Lúdio Coelho, o ex-governador Pedro Pedrossian e seu pai, Nelson Trad, ex-deputado federal.

“Eu conheço Campo Grande. Eu me preparei para esse momento”, destacou Marquinhos, revelando que desde 1997, quando assumiu a secretaria de assuntos fundiários, na gestão de André Puccinelli (PMDB), tem ‘estudado’ a Capital para ‘fazer o melhor por Campo Grande’.

O deputado, que oficializará sua candidatura na próxima quinta-feira (4), disse que não vai procurar o ex-governador para pedir seu apoio na campanha, mas deixou em aberto receber ajuda de Puccinelli. “O André sabe o que é melhor para Campo Grande, e se ele decidir pedir voto (para chapa do PSD) é por livre e espontânea vontade dele”, disparou Marquinhos.

As definições sobre coligações proporcionais, na disputa por uma vaga na Câmara, ainda dependem das convenções dos partidos, cujo prazo limite dado pela Justiça Eleitoral é a próxima sexta-feira (5).  “Não tem negociação nessa coligação, tem parceria”, finalizou o pré-candidato de Campo Grande. 

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