O advogado do agente Bento Duailibi disse que Joseilton teme pela sua vida, já que pela profissão corre risco por causa das ameaças de morte a agentes penitenciários no país.
“Vamos tentar um Habeas Corpus para liberá-lo do presídio. O uso da tornozeleira” explicou Duailibi. O advogado se limitou a estas informações já que não poderia passar mais detalhes do caso.
Ontem (segunda), o agente penitenciário federal passou por audiência de custódia e teve a prisão preventiva decretada, sendo levado para o Centro de Triagem. Ele passou o fim de semana preso em uma cela do Garras (Delegacia Especializada de Repressão a Roubo a Banco e Resgate a assaltos e Sequetros.
O crime aconteceu após um show no estacionamento do Shopping Bosque do Ipês, na madrugada de domingo (24) quando o agente se envolveu em uma briga por causa da fila do banheiro.
Ele disse que estava na fila do banheiro após o fim do show quando houve um desentendimento com Adilson. Os dois teriam entrado em luta momento em que o agente efetuou um disparo que atingiu o tórax da vítima. Foi feita tentativa de reanimação, mas Adilson acabou morrendo no local.
Ainda de acordo com informações, o agente teria ido ao show para comemorar seu aniversário, “Ele chorou muito durante o depoimento e está chocado”, disse o delegado.
Salomão ainda afirmou que o agente penitenciário não estaria embriagado e que o disparo segundo o depoimento do autor teria sido um ‘ato de memória muscular’, explicou o delegado plantonista que atendeu a ocorrência no dia.
TESTE DE BAFÔMETRO
O agente penitenciário federal Joseilton de Souza Cardoso, 34 anos, se recusou a fazer o teste do bafômetro logo após o crime. A informação foi apurada pelo Campo Grande News, junto a uma fonte, que investiga o caso.
Em depoimento à polícia, o agente penitenciário, preso em flagrante após o crime, garantiu que não estava bêbado.




