Dagoberto votou contra Temer e quer “boquinha” em seu governo

Com o afastamento da presidente Dilma Rousseff (PT) e o governo interino de Michel Temer (PMDB), a escolha dos 51 dirigentes e ocupantes de cargos de autarquias, superintendências e órgãos federais de Mato Grosso do Sul, colocou em rota de colisão deputados federais do Estado que foram pró e contra o impeachment.

Com posicionamentos opostos, Carlos Marun (PMDB) e Dagoberto Nogueira (PDT) afirmam que têm direito a apresentar nomes e não aceitam serem excluídos das indicações.

Para Marun, “a sociedade não aceita mais oportunismo na política”. “Não acredito que ele (Dagoberto) esteja pleiteando cargos. Ele foi contrário ao impeachment. Não acredito vai pleitear. O momento é outro”, comentou.

O peemedebita salientou que no governo Temer, o pedetista não tem direito a “requerer nada” porque votou contra o impeachment e foi defensor do Governo de Dilma Rousseff no Congresso Nacional.

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