Com três feridos, organização do ”Patricinha Também Samba” justifica confusão

Os organizadores do evento “Patricinha Também Samba” fizeram questão de dar a versão dos fatos sobre a confusão que resultou em um homem de 50 anos e seu filho, o jovem de 25 anos feridos, na madrugada deste domingo (24), na Rua Rio Vermelho, no Jardim Veraneio, em Campo Grande. Eles entraram em luta corporal com os seguranças.
 
Durante a explicação, o produtor do evento, Ângelo Gonçalves, salientou que o tal pai e o filho já chegaram alcoolizados no evento. “Logo na entrada eles estavam arrumando tumulto por causa dos ingressos, mas tudo foi apaziguado com conversa. Estavam bem alterados”, destacou.
 
Em seguida, o produtor contou que o rapaz disse que precisava pegar dinheiro no carro, e ele acabou liberando sua passagem, retornando tranquilamente. Momentos depois, o jovem pediu para sair novamente para pegar a mãe e Ângelo aceitou. Mas no boletim de ocorrência, o rapaz disse que saiu para buscar a madrasta.
 
O produtor contou que teve que sair da portaria para resolver uma demanda e, assim que o rapaz voltou, ele começou a brigar com o segurança porque queria entrar de imediato, enquanto o funcionário pediu para aguardar a passagem dos demais.
 
“Só pediu para aguardar e ele deu um tapa no rosto do segurança. Não concordo, mas o segurança apenas revidou e se afastou. Na verdade, foi ação e reação. O problema é que surgiram o pai e os amigos dele para agredir o segurança. Tivemos que conter a confusão com o reforço da segurança”, explicou.
 
O produtor salienta que apesar das lesões em ambos, pai e filho, o segurança também ficou ferido, com um corte no canto da boca. “Condenamos veemente qualquer tipo de violência ou atitude semelhante na conduta da nossa equipe de segurança. Temos mais de três anos de evento e nunca tivemos nenhum problema semelhante ou briga. A culpa não é da nossa organização, gostaríamos de limpar esta imagem”, destacou.
 
A real versão dos fatos cabe à polícia, já que o boletim de ocorrência foi registrado como lesão corporal dolosa na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) do Centro e o caso segue sendo investigado.

Share on facebook
Facebook
Share on twitter
Twitter
Share on whatsapp
WhatsApp

Leia Também