"Como nasceu fora do sistema médico, não houve 'inspeção genital' quando nasceu", diz o comunicado de Kory. O resultado da requisição de Doty foi um "U" – que seria inespecífico ou desconhecido – no item "sexo" de sua carteirinha de saúde.
Para Doty, que usa os promonomes “eles” e “seus” para se referir a si mesmo, afirma que pedir uma identificação de gênero nos documentos oficiais fere os direitos à vida, liberdade e segurança à liberdade de expressão de sua criança.
"Cabe a Searyl decider como quer se identificar, quando tiver idade o bastante para desenvolver sua identidade de gênero. Não vou reduzir suas escolhas baseado em um sistema arbitrário", afirma.
Doty conta em seu site que nasceu em uma família protestante e bastante conservadora e que somente aos 17 anos tomou conhecimento das possibilidades de gênero. Hoje, aborda questões sobre transição, sexo e autoconhecimento em sua comunidade.




