Brasileira sequestrada por iraniano em Sydney passa bem

A brasileira Marcia Mikhael, que esteva entre os reféns mantidos por cerca de 16 horas em um café em Sydney, na Austrália, está bem, informaram familiares.

A sobrinha de Marcia, Christine Mikhael agradeceu em sua conta no Facebook as preces e lembranças e disse que a a tia "está a salvo e bem". "Nossas pensamentos estão com os reféns que ficaram feridos", concluiu a mensagem.

Não houve confirmação do Itamaraty de que haviam brasileiros entre os reféns.

Em mensagem na redes sociais, Marcia avisou familiares e amigos sobre sua situação e pediu ajuda: "Queridos amigos e família, eu estou no Lindt Cafe no Martin Place sendo feita refém por um membro do EI (Estado Islâmico). 

O homem que nos mantém refém faz pequenas e simples exigências e nenhuma foi cumprida. Ele agora ameaça começar a nos matar. Nós precisamos de ajuda agora. O homem quer que o mundo saiba que a Austrália está sob ataque do EI", disse.

De acordo com familiares, a brasileira, natural de Goiânia, mora na Austrália há cerca de 20 anos.

A polícia australiana invadiu nesta segunda-feira (15) uma cafeteria da Lindt, em Sydney, na Austrália, onde um sequestrador fez dezenas de reféns por mais de 16 horas. Entre as vítimas estava a brasileira. 

Algumas pessoas foram vistas deixando o local em macas, com assistência médica. Ainda não foi divulgado um balanço oficial, mas mídia local fala em dois mortos – um deles seria um policial e outro o próprio sequestrador.

Jornais afirmam que há ao menos sete feridos e que três dele estão em estado grave.

Muitos disparos e explosões foram ouvidos no local após invasão policial. Os agentes confirmaram que foram usadas projéteis e não apenas balas de borracha.

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