àrea da prefeitura tem sofá, para-choque e muitos galhos…

O que poderia ser uma praça pública na Rua Itamirim, no bairro Jardim Panamá, região oeste de Campo Grande, virou local de despejo de entulho. Área da prefeitura está tomada de lixo e os moradores já não sabem mais o que fazer para reverter a situação.

Com seis sofás à vista o lugar mais parece uma “loja” a céu aberto de móveis usados. Fora a existência de outros objetos como televisão, para-choque e animais mortos. O acúmulo de objetos é tão grande que invade até a rua. A frente do terreno não exigência de estrutura mínima com muro e calçada.

Acostumado a fazer caminhada próximo do terreno, Adão Castilho, conta que a prática de despejar entulhos no local é regular principalmente pela confiança de uma hora que a prefeitura irá fazer a limpeza. “Entramos em contato com a Prefeitura por telefone que através de funcionários inverteram a responsabilidade da fiscalização. Por incrível que apareça, eles pedem que você passe informações de quem está jogando lixo e até o endereço do infrator”, reclama o morador por ver como inviável a reclamação em razão de diversas pessoas jogarem lixo no lugar.

Em dezembro do ano passado, após diversas reclamações, a Prefeitura chegou a realizar uma limpeza no terreno. Mas passado oito meses a situação piorou. Para piorar na rua do terreno não tem iluminação pública o que deixa a situação mais crítica durante à noite.

O que diz a lei
A denúncia pode ser feita pelo telefone 156, e se envolver o despejo de lixo que ponha em risco à saúde da população tem como ser direcionado para a ouvidoria da Sesau (Secretaria Municipal de Saúde), no 3314-9955. A multa para quem infringe o Código Sanitário varia de R$ 15 mil a R$ 100 mil, enquanto no caso de jogar sujeiras em terreno da prefeitura, ou manter o próprio terreno cheio de lixo, depende de um trâmite. Primeiro o proprietário, assim como o cidadão que atira entulho em local indevido recebe uma notificação, que havendo reincidência leva a sanção de R$ 2.000,01 a R$ 7 mil, com risco de ser agravada a até R$ 15 mil.

A reportagem entrou em contato com a Prefeitura, mas até a publicação do material, não informou se uma nova limpeza irá ocorrer no terreno. (Com colaboração Danilo Galvão)

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