A solução é a volta das 40/horas para os professores de Campo Grande – ACP

A solução para acabar com a greve dos professores de campo Grande – ACP, é a volta das 40/horas em sala de aula. Este ano, o Ministério da Educação anunciou uma atualização de 13,01% no piso salarial nacional do magistério. Com isso, o vencimento inicial da categoria passa de R$ 1.697,39 para R$ 1.917,78 em todo o país.

O piso salarial profissional para os profissionais do magistério público da educação básica é o valor mínimo que os professores em início de carreira devem receber. A regra vale para todo o país. Esses profissionais devem ter formação em magistério em nível médio (ou antigo curso normal) e carga horária de trabalho de 40h semanais, e atuar em estabelecimentos públicos de ensino na educação infantil, no ensino fundamental e no ensino médio, em todo o país.

O piso salarial nacional do magistério foi instituído pela Lei n° 11.738, de 16 de julho de 2008, regulamentando uma disposição já prevista na Constituição Federal (alínea ‘e’ do inciso III do caput do artigo 60 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias) e na Lei de Diretrizes e Base da Educação – LDB (Lei nº 9.394/96). 

Com a volta das 40/horas, o municipio reduziria a folha dos professores que hoje é quase 50% da folha do pagamento de todo o municipio de Campo Grande, em torno de R$ 93 milhões (só a folha dos professores é hoje em torno de R$ 42 milhões).

O municipio de Campo Grande, não podem ficar "refem" de uma categoria tão importante da nossa sociedade, enquanto os pais e alunos não tem uma pespectiva de volta as aulas.

Os professores, deveriam abrir mão de 50% dos seus salários, já que sua carga horária no municipio de Campo Grande é 20/horas semanais.

Afinal, todo trabalhador tem que cumprir 44/horas semanais como determina a CLT.

Que se mude a lei!

Facebook
Twitter
WhatsApp

Leia Também