Máscaras: Uma breve análise

24.06.2020

Foto: Reprodução/

Na semana passada, fui surpreendido por dois decretos municipais em relação ao uso de máscaras. Um mais restritivo que o outro.

O mais restritivo traz a obrigação de usar máscara em via pública, inclusive dentro do carro, se tiver mais de um ocupante.

Eu resido num dos bairros da Capital. Agora, ao sair de casa, para fazer minha caminhada, tenho que usar máscara. Com isso, me sinto agredido, pois me obrigam a usar algo desnecessário, pois praticamente não encontro ninguém na rua, nem converso com pessoas, então, por que tenho que usar máscara? Sendo que já está provado que o gás carbônico que inspiramos com o uso de máscaras é nocivo à saúde.

O que será que tem por trás disso? Preocupação com a saúde não pode ser, pois faz mal. Derrubar a economia para atingir o governo Federal? Protelar o término da pandemia? Alcançar interesses internacionais de pessoas e países intervencionistas?

Outro detalhe que chama atenção é o fato de que se eu, minha esposa e minha sogra, que moramos num apartamento, sairmos de casa, temos que usar máscara. Qual seria a justificativa para isso, pois se em casa não usamos máscara, por que, ao adentrar num carro, temos que usar máscara?

Sinceramente, sinto-me como se fosse que nem gado, para quem é necessário fazer uma cerca. Pois se me vissem como gente, falariam comigo.

Já tenho conversado com muitos e a maioria reclama dizendo que a máscara é altamente desconfortável. Até, por isso, muitos andam com a mesma no pescoço, ou abaixo, do nariz, ao mínimo, por causa do incômodo.

Máscaras, somente em aglomerações, e por breve tempo (publiquei um vídeo, sobre o assunto, no meu Facebook, do Dr. João Vaz, que você pode ver aqui - https://www.facebook.com/carlostrapp/ )

Ainda lembro que liberdades individuais devem ser respeitadas. Ninguém deve obrigar você a crer em algo, a fazer algo que não convém.

O meu desejo é que a sociedade civil desperte e veja que não deve ser tutelada, ser tratada como animais, que deve ter maturidade e saber se comportar. Por exemplo, com os cigarros o governo alerta, nas próprias carteiras, o efeito nocivo do fumo. Assim, pode orientar também sobre os mais variados assuntos, mas não obrigar.

Espero ter sido útil e que esse Decreto seja revogado, respeitando a liberdade das pessoas e livrando as mesmas de algo desnecessário!

Carlos Trapp, jornalista, DRT/MS, 928

Este texto é de responsabilidade do autor e não reflete necessariamente a linha Editorial do Diário MS News 

Fonte: Carlos Trapp

Carlos Trapp

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