Porque a candidatura da professora Rose do PSDB não decola?

A vice-governadora Rose Modesto (PSDB) aparece em quarto lugar com 10,07% em pesquisa registrada do DATAMAX, feita com 804 eleitores de Campo Grande. Segundo analistas consultados, o fraco desemprenho da candidata de Reinaldo Azambuja, se deve ao fato aos aumentos de impostos feito pelo governador e o não cumprimento de promessas de campanha em 2014 em áreas como; saúde segurança e educação.
 
Professora Rose está em plena pré-campanha deste o ano passado, quando lançou o projeto “Rede Solidaria”, que prometia assistencialismo a pessoas carentes. O projeto “não pegou” e Rose viu desmoronar suas pretensões em administrar nossa Capital.
 
Após “muita pressão” do governador Reinaldo Azambuja, Rose foi escolhida como pré-candidata, e hoje conta com o apoio do PR, partido da república de Londres Machado e Giroto, e também dos partidos, PSB e Solidariedade.  Rose conta ainda com uma grande bancada de vereadores, deputados estaduais e federais em sua pré-campanha. Na ultima Caravana da Saúde, Rose era exposta todos os dias nas midias. Com tudo isso os votos da professora Rose não passam dos 10,07%.
 
A campanha do PSDB em 2014 foi baseada em "não aumentar impostos". Tudo mudou depois de eleitos. Campo Grande, vem sofrendo com uma carga tributária enorme, e o “medo” dos moradores da Capital, é que sendo eleita, professora Rose, queira implantar o “arrocho fiscal” do mesmo modo que está fazendo no estado. Aumentaram o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviço (ICMS) de vários produtos, IPVA, Imposto Sobre a Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCD) que pode chegar a 300%, entre outros.
 
Por estas e outras razões, que a candidatura da professora Rose tem tudo para “não dar certo” aqui em Campo Grande. As pessoas estão mais atentas a “promessas” mirabolantes.
 
DISPUTA ACIRRADA
 
Se a eleição municipal do primeiro turno ocorresse neste momento, o deputado estadual Marquinhos Trad (PSD) e o prefeito “reconduzido” Alcides Bernal (PP) estariam no segundo turno com 18,53% e 17,66% dos votos, respectivamente.
 
A amostragem foi feita entre os dias 25 e 30 de junho com registro no TRE-MS (Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul) no dia 27 do mesmo mês. O número de protocolo é MS-03822/2016. A pesquisa foi encomendada pelo Jornal Midiamax.

Estamos de Olho!
 

Facebook
Twitter
WhatsApp

Leia Também