O ato foi promovido por integrantes de movimentos de apoio à Operação Lava Jato e à prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Após a lavagem da calçada, foram deixadas flores na frente do prédio e uma faixa na qual se lê: “Somos todos Lava-Jato. Somos Sérgio Moro.”
Ontem (6), integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e do Levante Popular da Juventude foram ao local protestar contra Cármen Lúcia. O grupo jogou bombas de tinta vermelha na fachada do prédio e pichou a calçada com frases que criticavam a ministra e o juiz federal Sergio Moro.
Cármen Lúcia deu o voto final, que desempatou e decidiu pela rejeição do pedido da defesa de Lula para mantê-lo em liberdade.
O ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Sérgio Etchengoyen, ofereceu ajuda do governo federal e à presidente do STF para apurar o ato de vandalismo. Segundo a assessoria de imprensa do GSI, o general Etchengoyen telefonou para Cármen Lúcia para prestar solidariedade, classificando o episódio como "lamentável".
Edição: Nádia Franco





