Juiz Odilon de Oliveira é líder isolado para o governo do estado do MS

A corrida eleitoral pela Governadoria em 2019 segue com a liderança do juiz aposentado, Odilon de Oliveira, pré-candidato do PDT à chefia do Executivo. Isso é o que indica o Instituto Ranking em pesquisa realizada, neste mês, em 17 municípios do Estado. Em um cenário específico, que apenas ele, o governador Reinaldo Azambuja (PSDB), e André Puccinelli (PMDB) sejam os concorrentes, a diferença do primeiro para o segundo colocado é de 16%. A margem de indecisos identificada foi de 11,31%.

O instituto colheu a opinião de três mil entrevistados, entre os dias  04 e 12 de dezembro,  com idade igual ou superior a 16 anos. Na consulta ao cenário restrito de uma eleição com somente Odilon, Azambuja e Puccinelli, o juiz é apontado com  41.70% das intenções de voto, seguindo pelo peemedebista que governou Mato Grosso do Sul entre 2007 e 2014, com 25.26%, e o atual chefe do Executivo Estadual, tendo 21.73% de apoio popular.  

Quando a lista foi outra, com mais nomes, o resultado da consulta teve uma peculiaridade: ninguém surgiu com mais de 30%. Na conjectura medida pelo Instituto Ranking, em que o Estado tenha dez candidatos, Odilon desponta com 28.36% da preferência, 11% a mais que André Puccinelli, o segundo colocado, seguido depois por Reinaldo Azambuja, nos seus 16.13%. Fora os três, todos as outras possibilidades para concorrer à Governadoria não superam a barreira dos dois dígitos. Nesse bloco, Ricardo Ayache (PSB), possui 3,63%, o deputado federal Henrique Mandeta (DEM), aparece com 2.73%, o ex-prefeito de Campo Grande Alcides Bernal (PP), 1.70%,  o deputado estadual Coronel David (PSC), com 1.13%, Suél Ferranti (PSTU), com 0.83%, Cláudio Sertão (PODEMOS) , com 0.43% e Humberto Amaducci (PT), com 0.23%.  

Essa distribuição da intenção de voto foi captada a partir de uma relação apresentada ao eleitor. Nesse cenário dos dez candidatos, não souberam, ou não quiseram responder,  55.18% dos entrevistados.
Em comparativo da rejeição liderança muda e pedetista só é lembrado por 1,43%.

Os estudo do  Instituto Ranking mostra no quesito rejeição André Puccinelli como o mais citação. Dentre as consultas,  29,13% afirmaram que jamais votariam no peemedebista, e 20.40% falaram a mesma coisa a respeito de Reinaldo Azambuja. Alcides Bernal é o terceiro na lista do repúdio, com 17,63%, seguido por Henrique Mandeta (3.26%), Coronel David (2.50%), Ricardo Ayache (2.13%), Odilon de Oliveira (1.43%), Humberto Suél Ferranti (0.70%) e Cláudio Sertão (0.53%).

Na pesquisa, não souberam ou não quiseram responder a esse questionamento 21.09% dos eleitores. A margem de erro é de 2,50 pontos percentuais e o índice de confiança é de 95%. Um dos fatores que valem ser destacados como referência a esse levantamento tem a ver com divulgação dada pelo partido à figura cotada para concorrer a governador em 2018. Odilon de Oliveira até o momento se revela como o único, que a legenda trata abertamente sendo nome certo para essa disputa majoritária. O PMDB dependeria do sim de Puccinelli para esse projeto, assim como o PSDB ainda não oficializou o interesse de Azambuja concorrer à reeleição do cargo que exerce.

VEJA OS GRÁFICOS:



LEVANTAMENTO

A pesquisa foi encomendada pelo Jornal eletrônico Diário da Mídia. O levantamento foi feito entre os dias 04 e 12 de dezembro em 17 municípios de MS, com 3.000 entrevistados. A margem de erro é de 2,50 pontos porcentuais para mais ou para menos. O índice de confiança é de 95%.

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