De acordo com o Steac (Sindicato do Trabalhadores nas Empresas de Asseio e Conservação de Mato Grosso do Sul), que representa a categoria, as duas empresas terceirizadas de serviços gerais – Luppa e Máximus -não efetuaram o pagamento do mês de setembro para os funcionários
A paralisação foi iniciada às 6 horas e por se tratar de um serviço essencial, 30% do efetivo continua trabalhando. Aproximadamente 100 funcionários da Luppa Administradora de Serviços e 80 da Máximus aderiram à paralisação por tempo indeterminado.
Segundo o vice-presidente do Steac-MS, Tom Jean Ramalho Ferreira, além dos salários, os trabalhadores também estão sem o tíquete alimentação e os da Máximus, também sem o vale-transporte.
O Jornal Midiamax entrou em contato com a empresa Luppa e foi informado que somente a administração poderia se pronunciar e, no momento, não há ninguém no setor. A Máximus não atendeu às ligações.
Problemas constantes
Os terceirizados da limpeza do Hospital Universitário enfrentam mensalmente problemas para receber os salários. Em setembro, foi a mesma situação. Com salários atrasados há mais de 10 dias, os funcionários paralisaram as atividades.




