Ainda segundo as investigações, durante a 4ª fase da Operação Lama Asfáltica, deflagrada a meses no Estado, foi apreendido um celular, que constatou provas da ligação do ex-procurador Marcello Miller com à empresa JBS. O fato foi descoberto através de um grupo de Whatsapp no aparelho apreendido.
Uma das descobertas mais recentes consta em um despacho da 3ª Vara Criminal em resposta à um pedido de sócios da H2L Equipamentos e HBR Medical Equipamentos Hospitalares.
Segundo o despacho, o sócio da H2L, faz a Justiça Federal um pedido da devolução dos documentos, celulares e de outros bens apreendidos durante a operação. Pedido ao qual foi rejeitado pelo juiz Fábio Luparelli.
Além de rejeitar o pedido do empresário, o magistrado citou a cita a existência, "em tese", do que chamou de extensão de um esquema criminoso "com os mesmos agentes e modos de atuação", em relação à uma conta denominada "CEF/Aquário", cuja titularidade era da Proteco, empresa do empresário João Alberto Krampe Amorim dos Santos, um dos principais alvos da Lama Asfáltica.
Segundo as empresas envolvidas, a alegação é de que a Justiça Federal não tem competência para conduzir as investigações. Afirmação que foi rebatida pelo juiz, que por sua vez disse que somente no decorrer das apurações ficará comprovada a veracidade do que já foi descoberto até agora. "Tornando mais eficaz o combate à lavagem de capitais e os crimes antecedentes e conexos".




