Sarah ficou desolada, pois ela esperava que nessa casa eles iriam tomar conta dela, e não deixar a filha cair e morrer dessa forma.
"Eles falharam com a minha filha e os serviços sociais colocaram minha filha em perigo", disse Sarah.
A mãe da bebê permitiu que os pais adotivos – um casal em seus 30 ou 40 anos – pudessem assistir o momento em que os aparelhos foram desligados, mas aparentemente não fez isso por compaixão: "Eu queria que eles vissem o que eles tinham feito. Eu estava deitada ao lado de Skyla, acariciando sua cabeça e segurando sua mão. Era apenas uma questão de minutos até ela morrer".
Ela contou ainda que escutou a mãe adotiva de sua bebê falando com seu marido e se desculpando pela morte da menina: "Desculpe, eu não queria fazer isso". Sarah estava devastada e nem se intrometeu, nem tentou forçar uma briga, estando desgastada e sem forças para isso nesse momento.
Entretanto, ela revelou ter ficado muito irritada quando percebeu que sua filha caiu, sendo ela tão bebê.
Porém, depois dessa informação, ela não soube mais nada e desconhece o que teria acontecido para provocar essas lesões fatais na sua menina.
Retirada no nascimento
Skyla nasceu prematura e precisou ficar duas semanas no hospital inglês, em outubro do ano passado. Os serviços sociais lançaram logo um pedido de retirada e o juiz concordou, apesar de Sarah ter apelado para ficar com a bebê.
Mesmo sem ter sua bebê em casa, ela via a menina todos os dias, porque estava em uma casa próxima. "Nosso relacionamento estava muito perto e eu a via todos os dias da semana. Eu recebi falsas esperanças por parte de assistentes sociais que indicaram que ela poderia voltar para casa a qualquer momento", disse Sarah.
No entanto, em abril, ela foi impedida de ver a menina. Alguns meses depois, ela foi contatada com a pior das notícias. Ela recebeu um telefonema de uma assistente social dizendo que Skyla estava no hospital, em estado muito grave. Ela foi ao hospital mais tarde naquele dia. "Foi devastador.
Havia fios e coisas que saíam da cabeça, nariz e boca, um enorme corte em sua cabeça, onde eles tinham feito uma cirurgia no cérebro. Havia muito inchaço na cabeça e ela tinha um olho negro. Dois assistentes sociais estavam comigo e eles não me disseram nada, exceto que ela estava mal", contou esta mãe desolada.
A polícia está investigando esse caso, mas não foi feita qualquer detenção. Do departamento de serviços sociais de Wakefield, não houve ainda qualquer comentário sobre o terrível incidente. #Bebê





