Conhecido por chegar chamando as pessoas de “vossa excelência”, apesar de ser considerado “louco”, Ivaldo durante anos levou a Câmara e aos parlamentares problemas reais da Capital. Suas indicações e questionamentos muitas vezes se tornaram requerimentos enviados aos órgãos públicos. Era presença cativa nas sessões e audiências públicas.
A advogada Jacqueline Romero é uma das que lembram da atuação dele. “Mesmo muitos o achando "louco", tinha opiniões sensatas sobre corrupção, vereador que só enrolava. Coisas com as quais a gente tinha que concordar. Insuflava a população dentro do ônibus a assistirem às sessões e audiências públicas, e cobrar o vereador que ajudou a eleger, dizia que tínhamos que estar sempre atentos ao trabalho deles”, relembra.
O elogio também vem da parte de Angelo Del Vasco. “Uma pena. Se 1% da população campo-grandense tivesse metade da vontade de contribuir para melhorar a cidade, Campo Grande estaria entre as melhores do mundo”, elogia.
“Amigo sempre presente na Câmara, era figura cativa nas audiências públicas e sessões da Casa de Leis, personalidade de grande carisma e consciência política. Sempre tinha uma opinião, uma questão a sugerir ou considerar. Funcionário público aposentado, embora tenha se aposentado por problemas de saúde não conseguiu se afastar dos corredores da política e com certeza vai fazer falta”, lembrou o vereador Carlão Borges (PSB).
Segundo as informações o velório acontece na Capela funerária da Pax Mundial, na Avenida Ernesto Geisel, n. 4.220, ao lado do IMPCG, e o enterro está previsto para as 15h no cemitério Santo Amaro.




