A ordem de execução foi assinada pelo ministro Katsutoshi Kaneda, que já havia autorizado outra, em novembro de 2016, mas ainda não tornou pública as identidades dos réus.
O Japão é o único país industrializado, ao lado dos Estados Unidos, que mantém a pena de morte, e a relutância japonesa em abandonar esta prática foi duramente criticada por organizações como Anistia Internacional (AI).
Esta organização classifica como "cruel" a legislação japonesa, onde se estipula entre outras coisas, que os condenados à morte são enforcados, ficam isolados até momento que a pena é aplicada e recebem a notícia da execução poucas horas antes dela acontecer.
Em outubro do ano passado, a Federação das Associações de Advogados do Japão (JFBA) aprovou pela primeira vez uma declaração contra a pena de morte no país, defendendo substituir-la pela prisão perpétua a partir do ano de 2020. EFE




